Artes plasticas naif sinval medeiros

Retratando são paulo

terça-feira, 10 de julho de 2012

artista plastico brasileiro sinval medeiros o famoso memorial da america latina da cidade de sao paulo

artista plastico brasileiro sinval medeiros palacio das industrias a famosa ex prefeitura da cidade de sao paulo

artista plastico brasileiro sinval medeiros o famoso theatro municipal da cidade de sao paulo

artista plastico brasileiro sinval medeiros o famoso correio central da cidade de sao paulo

artista sinval medeiros no blog terra da xelita currais novos rn

                           

Depois da matéria aqui no Blog já descobri que o garoto da foto é irmão do grande Dedé de Dora e filho da Dona Dóra !!!

Veja imail abaixo!!!!

Muito obrigado grande amigo Deus e assim mesmo mudar o homem da noite para o dia olha minha familiar e um barato eu sou irmao de um ex jogador de futebol de currais novos que jogou no potyguar no abc no america e no cruzeiro de belo horizonte o nome dele e DeDe De Dora pos Dora e minha maê acho que ela mora no bairro paizinho maria ai na minha terrinha eu tenho orgulho de ser curraisnovense o pior e que eu joquei no capelense ai do bairro da capela um forte abraço meu parceiro

Sinval Medeiros

artista plastico brasileiro sinval medeiros o famoso masp museu paulista de sao paulo

sábado, 30 de junho de 2012

artista sinval medeiros no blog do totinha de currais novos rio g do norte


Sinval Medeiros - Talento da TERRA DA XELITA na TERRA DA GAROA.

Ex-morador de rua e víciado em bebidas é salvo por misteriosa voz enquanto dormia na avenida São João. Como a arte é fonte de conhecimento e de transcedência espiritual, durante 45 anos ele se manteve distante dessa simbiose.

Nascido na cidade de Currais Novos / RN, em 5 de dezembro de 1962, Sinval G. Medeiros, 45, jamais teve qualquer tipo de contato com escola de artes plásticas. Estudou até o 2º ano do ensino fundamental e depois de percorrer vários estados, incidentalmente migrou para São Paulo em 1990 e, tinha em mente trabalhar e viver com dignidade. Em meados de 1998 o destino preparou-lhe algumas surpresas entre as quais transformá-lo em morador de rua e alcoolatra. Para sobreviver fazia pequenos trabalhos como por exemplo pagar contas para taxistas e camelôs, e como recompença recebia entre R$ 2 e 3 para manter o vício. Nas ruas ele foi agredido fisicamente e moralmente. Ele ainda se lembra de um aniversário da Cidade de São Paulo quando dormia e foi acordado por um motoqueiro "Acorda, hoje não é dia de dormir até tarde é aniversário da cidade", disse o motoqueiro que em seguida lhe agrediu com chutes. Sinval bebia para tentar esquecer o quanto seria difícil enfrentar mais uma noite na rua, exposto não só às intempéries da natureza mas também a violência humana. Ele fez bom relacionamento com alguns comerciantes da região central da cidade, local onde sempre esteve. Mas os piores dias para Sinval eram os finais de semana quando todos se ausentam daquela região. Restava-lhe então, os companheiros de rua. Sua situação permaneceu assim até quase o final de 2006, quando o destino mais uma vez tramaria algo para Sinval. No mês de outubro de 2006 ele estava embreagado, assume, o relógio marcava mais de duas horas da manhã. Como fazia havia vários anos ele foi em busca de um lugar para dormir. Encontrou uma pequena área verde localizada no início da Avenida São João com a rua Líbero Badaró, bem em frente ao edifício Martinelli. Bêbado e cansado não foi difícil agarrar no sono. Eis que em seguida fora acordado por uma misteriosa voz que dizia "Você não pode dormir aqui. Saia já dai ". - Não amola eu quero apenas dormir aqui, disse Sinval. Foram três as advertências da misteriosa voz; na última ele acordou olhou para os lados e não viu ninguém. Assustado, desceu em disparada e ao parar no meio do Vale do Anhangabaú virou-se e viu uma bela paisagem compostas pelo edifício Altino Arantes e do local onde dormia, cujo local tem formato de urna funerária. "Era como se eu vivesse em completa escuridão e a partir daquele momento tudo clareou em minha vida", diz Sinval que deixou de beber naquele mesmo dia. Abismado com aquela visão ele não teve dúvida e falou consigo: "Vou pintar isso aqui". A partir daí não deixou mais de pintar. "Isso é coisa do outro mundo, só pode ser", questiona Sinval. 
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Fonte: Blog do Sinval Medeiros "Retratando São Paulo

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segunda-feira, 18 de junho de 2012

forever friends retratando sao paulo

Informação

Sinval
 Medeiros: Um artista
Instituto internacional de arte naif artista plastico sinval medeirosO curraisnovense Sinval Medeiros, 45 anos, é protagonista de uma história cheia de mistério. Ele estudou até o 2º ano do ensino fundamental e jamais teve qualquer tipo de contato com escola de artes plásticas. Em 1990 foi parar em São Paulo e em 1998 virou morador de rua e sofreu na pele todos os descasos de quem vive nesta situação.
Mas o destino lhe preparava algo. No outubro de 2006, ele dormia em uma pequena área verde localizada no início da Avenida São João com a rua Líbero Badaró, bem em frente ao edifício Martinelli, quando foi acordado por uma misteriosa voz. A partir daí sua vida nunca mais seria a mesma. Sinval abriu uma vaguinha na sua agenda e concedeu uma entrevista exclusiva ao Portal CN Agitos. Confira a entrevista!!!
Site: http://forever friends
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terça-feira, 5 de junho de 2012
Ex-morador de rua e viciado em bebidas é salvo por misteriosa voz enquanto dormia na avenida São João. Como a arte é fonte de conhecimento e de transcedência espiritual, durante 45 anos ele se manteve distante dessa simbiose.
Nascido na cidade de Currais Novos / RN, em 5 de dezembro de 1962, Sinval G. Medeiros, 45, jamais teve qualquer tipo de contato com escola de artes plásticas. Estudou até o 2º ano do ensino fundamental e depois de percorrer vários estados, incidentalmente migrou para São Paulo em 1990 e, tinha em mente trabalhar e viver com dignidade.
Em meados de 1998 o destino preparou-lhe algumas surpresas entre as quais transformá-lo em morador de rua e alcoolatra. Para sobreviver fazia pequenos trabalhos como por exemplo pagar contas para taxistas e camelôs, e como recompença recebia entre R$ 2 e 3 para manter o vício. Nas ruas ele foi agredido fisicamente e moralmente.
Ele ainda se lembra de um aniversário da Cidade de São Paulo quando dormia e foi acordado por um motoqueiro "Acorda, hoje não é dia de dormir até tarde é aniversário da cidade", disse o motoqueiro que em seguida lhe agrediu com chutes. Sinval bebia para tentar esquecer o quanto seria difícil enfrentar mais uma noite na rua, exposto não só às intempéries da natureza mas também a violência humana. Ele fez bom relacionamento com alguns comerciantes da região central da cidade, local onde sempre esteve.
Mas os piores dias para Sinval eram os finais de semana quando todos se ausentam daquela região. Restava-lhe então, os companheiros de rua.
Sua situação permaneceu assim até quase o final de 2006, quando o destino mais uma vez tramaria algo para Sinval. No mês de outubro de 2006 ele estava embriagado, assume, o relógio marcava mais de duas horas da manhã. Como fazia havia vários anos, ele foi em busca de um lugar para dormir. Encontrou uma pequena área verde localizada no início da Avenida São João com a rua Líbero Badaró, bem em frente ao edifício Martinelli. Bêbado e cansado não foi difícil agarrar no sono.
Eis que em seguida fora acordado por uma misteriosa voz que dizia "Você não pode dormir aqui. Saia já dai ". - Não amola eu quero apenas dormir aqui, disse Sinval. Foram três as advertências da misteriosa voz; na última ele acordou olhou para os lados e não viu ninguém. Assustado, desceu em disparada e ao parar no meio do Vale do Anhangabaú virou-se e viu uma bela paisagem compostas pelo edifício Altino Arantes e do local onde dormia, cujo local tem formato de urna funerária. "Era como se eu vivesse em completa escuridão e a partir daquele momento tudo clareou em minha vida", diz Sinval que deixou de beber naquele mesmo dia. Abismado com aquela visão ele não teve dúvida e falou consigo: "Vou pintar isso aqui". A partir daí não deixou mais de pintar. "Isso é coisa do outro mundo, só pode ser", questiona Sinval.
contato com a arte
É só obeservar suas telas e falar com ele para perceber que não tem o aprendizado de técnicas variadas ou manipulação de materiais diversos. Ou seja, contato com repertório da história das artes plásticas e o desenvolvimento de uma linguagem plástica. Isso afirma que, definitivamente Sinval travou contato com a pintura somente após ouvir a misteriosa voz. Não há evidencias de que tenha freqüentado, se quer, uma exposição ou folheado catálogos.
O seu estilo primitivo, naif, não tem como se comparar a nenhum dos pintores do gênero como por exemplo Heitor dos Prazeres ou Antônio da Silva, pois ele não tem ninguém como referência artística e não sabe o nome de nenhum pintor. Ficou sabendo que sua pintura é chamada naif porque alguns artistas passaram por ali e lhe disseram.Também ficou sabendo que existem outras técnicas como óleo sobre tela, onde já realizou poucos trabalhos devido os valores dos materias; quer conhecer o surrealismo - o que seria até mais aceitável no caso de sua visão-, entre outras.
Se foi herança ou não, quem quer que seja sabe-se que foi muito generoso com Sinval que realiza um trabalho muito autoral, visceral e imprime um colorido surpreendente m suas telas. É detalhista em suas obras como o prédio Martinelli, Viadutos do Chá e de Santa Ifigênia, Prefeitura, Praça da Sé, Mosteiros de São Bento e da Luz, Museu Paulista entre outros. Foi esta a forma de agradecer em pinceladas acrílicas que retratam paisagens e arquitetura de pontos importantes da capital paulistana, que vislumbram os que gostam da boa arte primitiva. Muitos fizeram a fazem este tipo de pintura arquitetônica da cidade, mas uma coisa é certa, Sinval não é apenas mais um a fazer isso.contato com a arte
É só obeservar suas telas e falar com ele para perceber que não tem o aprendizado de técnicas variadas ou manipulação de materiais diversos. Ou seja, contato com repertório da história das artes plásticas e o desenvolvimento de uma linguagem plástica. Isso afirma que, definitivamente Sinval travou contato com a pintura somente após ouvir a misteriosa voz. Não há evidencias de que tenha freqüentado, se quer, uma exposição ou folheado catálogos.
O seu estilo primitivo, naif, não tem como se comparar a nenhum dos pintores do gênero como por exemplo Heitor dos Prazeres ou Antônio da Silva, pois ele não tem ninguém como referência artística e não sabe o nome de nenhum pintor. Ficou sabendo que sua pintura é chamada naif porque alguns artistas passaram por ali e lhe disseram.Também ficou sabendo que existem outras técnicas como óleo sobre tela, onde já realizou poucos trabalhos devido os valores dos materias; quer conhecer o surrealismo - o que seria até mais aceitável no caso de sua visão-, entre outras.
Se foi herança ou não, quem quer que seja sabe-se que foi muito generoso com Sinval que realiza um trabalho muito autoral, visceral e imprime um colorido surpreendente m suas telas. É detalhista em suas obras como o prédio Martinelli, Viadutos do Chá e de Santa Ifigênia, Prefeitura, Praça da Sé, Mosteiros de São Bento e da Luz, Museu Paulista entre outros. Foi esta a forma de agradecer em pinceladas acrílicas que retratam paisagens e arquitetura de pontos importantes da capital paulistana, que vislumbram os que gostam da boa arte primitiva. Muitos fizeram a fazem este tipo de pintura arquitetônica da cidade, mas uma coisa é certa, Sinval não é apenas mais um a fazer isso.
Prognosticar é algo complicado, mas se ele continuar dedicado ao trabalho autoral, desta vez o destino reserva-lhe algo bem melhor em um futuro muito próximo. Perguntado sobre mudar de estilo ele é enfático "quero conhecer os outros estilos apenas para fins culturais. Sempre serei fiel ao estilo herdado" afirma Sinval.
A arte para ele despontou primeiramente na parte prática, mas resguardados os seus limites, existe um fio condutor muito forte em seu trabalho; a curiosidade das crianças em descobrir coisas novas, o fazer arte com expressão original. Assim é Sinval; e quando se lida com arte estamos tocando diretamente nos sentimentos. Portanto, qualquer criação fala por si só
Gente boa e gente ruim
O seu novo trabalho mexeu não só com sua cabeça mas também com a cabeça daqueles que se diziam amigos; aqueles para quem prestava favores e pequenos serviços em troca de R$ 2,00 ou 3,00. Com o ocorrido ele deixou de beber naquele mesmo dia, e isso parece não ter deixado muito feliz alguns amigos e parceiros de rua. Em um passado muito recente ele precisou comprar um pincel então pediu R$ 5,00 emprestado para um deles e ouviu "se fosse para você tomar pinga eu daria mas para comprar pincel não dou". "Assim são quase todos os dias, sempre querem me desanimar", comenta Sinval.
Buscou então, novos relacionamentos com comerciantes locais entre os quais faz questão de agradecer o senhor Sebastião - da casa de canetas Ravil-, que lhe proporcionou os primeiros pincéis, telas e tinta acrílica.
Apesar de ter vivido vários anos na rua ele não perdeu sua sensibilidade e senso ético e ainda se surpreende com certos atos; pois já provou dos dissabores de ser ludibriado com falsos pedidos e por pessoas que encomendaram, retiraram o pedido mas alguns esquecem-se de pagar e outros somem com suas telas.
Pergunta-se que tipo de pessoa dá calote em um morador de rua que precisa sobreviver visto que Sinval ainda mora em um Hotel Social?. Mas ele tira lições de vida desses fatos e fica feliz porque tem o reconhecimento de muitos dos transeuntes e de pessoas que torcem por seu sucesso amplamente nas artes, afinal, Sinval é muito popular na região do Vale do Anhangabaú.
Insegurança
São vários os pontos de inseguranças que pairam quanto ao que lhe espera pela frente. Porém, um dos pontos de maior insegurança é quanto ao seu trabalho. "Se eu ficar famoso e vendendo quadros caros, mesmo assim pintarei aqui no Vale do Anhangabaú", salienta.
Com atelié ao ar livre, ou seja, na rua à céu aberto para que todos possam vê-lo trabalhar ele precisa mostrar os quadros para conseguir chamar atenção dos passantes. Mas, é o contrário disso, seus quadros ficam amontoados enquanto pinta um novo. Bem recente ele tentou colocá-los lado a lado em local isolado onde não atrapalha ninguém, foi advertido pela fiscalização. Isso deixou o pintor muito magoado que pensou em desistir. Tanto é verdade que Sinval deu as três telas que lá estavam à pessoas que nunca viu.
Para ele, somente o talento ainda não resolve é preciso cuidados. Cuidados não só para ele mas para todos que são vítimas da ausência de políticas públicas, ausência de aplicação na educação e na cultura. Mesmo com toda insegurança ele ainda acredita: "Quando eu estava vindo para São Paulo pensei que ia achar um tesouro nessa cidade. Sempre que andava pelas suas ruas estava em busca de um tesouro. Ele veio. Não em forma de dinheiro ou ouro mas em forma de arte e conheciemento", finaliza Sinval. (francisco martins)

Portal CN Agitos - Como você foi parar em São Paulo, e como se tornou morador de rua?
Sinval Medeiros - Olha todo nordestino tem um sonho de vir para São Paulo para melhorar de vida, comigo foi tudo ao contrario. Eu tinha saído de Currais Novos para trabalhar em Cuiabá, acabado o serviço fui pra rodoviária para retorna. Em vez de voltar para Currais Novos, comprei a passagem para São Paulo. Os primeiros anos foram bons, porque eu não tinha conhecido o centro de São Paulo, que é cheio de mistério. Em julho de 93 conheci o centro e fui marcado para uma missão que eu na realidade não entendi até agora o que seria, e para você desvendar um segredo ele tem seu preço, e este preço paguei virando morador de rua. Durante 13 anos e três meses em São Paulo vivi uma vida desumana, mas venci.
Portal CN Agitos - Como foi essa fase na rua?
Sinval Medeiros - Muito sofrimento com chuva, frio e garoa, sem ter um teto é muito difícil para um ser humano, mas eu levava a vida com sabedoria e só estou aqui contando esta historia para vocês porque não me envolvi com drogas e nem malandragem. Eu apenas sou um novo vencedor.
Portal CN Agitos - Qual a sua relação com a sua família?
Sinval Medeiros - A relação com minha família e boa, ainda mais agora que eles estão sabendo o que está acontecendo. Na realidade o que aconteceu comigo, sair das rua para virar um artista renomado em São Paulo, isto é coisa divina. Minha mãe ainda mora ai em Currais Novos e só pra lembrar, eu sou irmão de um ex-jogador de futebol que jogou no Potyguar, ABC e América chamado Dedé de Dora, e por sinal Dora é minha mãe.
Portal CN Agitos - Como surgiu a arte na sua vida, você acredita em milagre?
Sinval Medeiros - A arte surgiu de um sonho sobrenatural. Eu estava dormindo na rua em um papelão e uma voz misteriosa falou pra mim: “levanta daí e vamos trabalhar e pintar a praça, só que eu não entendi o que ela falou, que não era para pintar a praça de verdade, e sim retratar em um quadro. Mas como se eu nunca tinha pintado nada e como foi um sonho sobrenatural, não tive problema em torna realidade. Sobre o milagre, não creio. Eu creio no sobrenatural porque não tem explicação.
Portal CN Agitos - Como você define seu estilo?
Sinval Medeiros - Eu defino meu estilo como arte naif autoral e primitiva sobrenatural, porque da noite para o dia mudou minha historia e transformou minha vida no meio das arte no mundo
Portal CN Agitos - Quais foram as primeiras telas pintadas e a experiência das primeiras exposições?
Sinval Medeiros - Minhas primeiras telas na realidade foram retratando São Paulo e com certeza não posso parar de cumprir minha missão como artista. Quanto as exposições eu me sinto um curraisnovense orgulhoso, porque com o meu trabalho e minha história eu já cheguei a fazer várias exposições: duas no aniversario da cidade de São Paulo, quatro no metrô em estações diferentes, uma nos 60 anos do Sindicato dos Comerciários e a minha última exposição, com certeza foi a mais importante e concorrida de São Paulo, que foi no Memorial da América latina. Nos próximos dias eu estarei em exposição na inauguração da nova sede dos Comerciários de São Paulo.
Portal CN Agitos - Quais são os projetos futuros?
Sinval Medeiros - Não penso nisto. Como é sobrenatural, minha vida esta nas mãos do meu mestre. Só me sinto maravilhado por meu nome está no meio das artes, pra mim já é muita gloria. Você já pensou, um humilde artista potiguar, em poucos dias, sair no livro educativo do Governo do Estado de São Paulo, que vai circular por cinco anos, como lição de vida para os alunos, isto pra mim é uma vitoria que não tem preço e sem dúvida minha maior gloria.
Portal CN Agitos - Deixa uma mensagem para os seus conterrâneos e familiares?
Sinval Medeiros - É com muito prazer que eu artista plástico Sinval Medeiros mando um forte abraço a todos curraisnovenses, que de uma forma direta ou indiretamente estão dando apoio a meu trabalho e as minhas obras de arte. Me sinto orgulhoso de ser desta linda cidade e também um forte abraço a toda minha família, e quero avisar que a qualquer momento apareço por ai.
sinval medeiros no livro de educaçao do governo do estado de sao paulo
Sinval Medeiros nasceu em 5 de dezembro de 1962 na cidade de Currais Novos, Rio
grande do Norte.
Estudou até o 2o ano do Ensino Fundamental e não teve contato com escola de artes.
Migrou para São Paulo, em 1990, para trabalhar e melhorar de vida.
Durante algum tempo, teve problemas com alcoolismo e tornou-se morador de rua, e, para
sobreviver, fazia pequenos trabalhos, ocasião em que também foi camelô.
Em outubro de 2006, enquanto dormia na rua, na Avenida São João com a Rua Líbero
Badaró, foi acordado por uma voz, que dizia: “Você não pode dormir aqui. Saia já daí!”.
Porém, quando acordou, não viu ninguém e, assustado, correu pelo meio do Vale do Anhangabaú. Ao virar-se, viu uma bela passaigem composta pelo Edifício Altino Arantes e o local onde dormia. Parou e falou consigo mesmo: “Vou pintar isso aqui”.
A partir daí, parou de beber e não deixou mais de pintar.
o seu estilo primitivo, naïf, não tem como se comparar a nenhum dos pintores do gênero, pois ele não tem ninguém
como referência artística e não sabe o nome de nenhum pintor.
Exposiçoes de sinval medeiros em sao paulo
Exposiçoes em locais publicos da cidade de sao paulo capital
8 Exposiçao no natal e aniversario da cidade de sao paulo no memorial da america latina no pavilhao da criatividade end barra funda s paulo capital no periodo de 14/12/2010 ate 13/02/2011
7em exposiçao no aniversario do sindicato dos comerciarios da cidade de s paulo end rua formosa 409 vale do anhangabau centro no periodo 24/03a24/07/2009
6 janeiro exposiçao no aniversario da
cidade de s paulo na galeria via libris na passagem literaria da paulista com a consolaçao no periodo de 03/01a31/01/2009
5 Exposiçao em novembro de 2008 no metro da cidade de s paulo na estaçao capao redondo no periodo 10/11a08/12/2008
4 Exposiçao em outrubro de 2008 no metro da cidade de s paulo na estaçao bras do metro no periodo de 10/10a 08/11/2008
3 Exposiçao em setembro de 2008 no metro da cidade de s paulo na estaçao jardim s paulo no periodo de 10/09a10/2008
2 Exposiçao em agosto de 2008 no metro da cidade de s paulo na estaçao chacara klabin no periodo de 08/08a08/09/2008
1 Exposiçao no mes de aniversario da cidade de s paulo na galeria via libris na passagem literaria da paulista com a consolaçao no periodo 15/01a15/02/2008


segunda-feira, 21 de maio de 2012

sinval medeiros no eja livro do governo do estado de sao paulo

Sinval Medeiros nasceu em 5 de dezembro de 1962 na cidade de Currais Novos, Rio
grande do Norte.
Estudou até o 2o ano do Ensino Fundamental e não teve contato com escola de artes.
Migrou para São Paulo, em 1990, para trabalhar e melhorar de vida.
Durante algum tempo, teve problemas com alcoolismo e tornou-se morador de rua, e, para
sobreviver, fazia pequenos trabalhos, ocasião em que também foi camelô.
Em outubro de 2006, enquanto dormia na rua, na Avenida São João com a Rua Líbero
Badaró, foi acordado por uma voz, que dizia: “Você não pode dormir aqui. Saia já daí!”.
Porém, quando acordou, não viu ninguém e, assustado, correu pelo meio do Vale do Anhangabaú. Ao virar-se, viu uma bela passaigem composta pelo Edifício Altino Arantes e o local onde dormia. Parou e falou consigo mesmo: “Vou pintar isso aqui”.
A partir daí, parou de beber e não deixou mais de pintar.
o seu estilo primitivo, naïf, não tem como se comparar a nenhum dos pintores do gênero, pois ele não tem ninguém
como referência artística e não sabe o nome de nenhum pintor.

sexta-feira, 11 de maio de 2012